Os democratas devem conquistar a maioria na Câmara dos Representantes nas eleições de meio de mandato de 2026, enquanto o controle do Senado continuava indefinido até tarde na noite de terça-feira. O resultado estava sendo visto como uma reação contra o presidente Donald Trump.
A MS NOW projetou a vitória dos democratas na Câmara pouco antes das 22h, horário do leste dos EUA, e CNN, NBC News e CBS News fizeram a mesma projeção pouco depois. A Associated Press ainda não havia anunciado um vencedor na disputa no momento da reportagem.
Os democratas estavam na liderança em várias disputas de grande repercussão para o Senado, de acordo com os resultados da AP. Entre elas estavam James Talarico contra Ken Paxton, no Texas; Abdul El-Sayed contra Mike Rogers, em Michigan; e Troy Jackson contra a senadora em exercício Susan Collins, no Maine. Roy Cooper teria derrotado Michael Whatley de forma decisiva na Carolina do Norte, enquanto Annie Andrews deveria vencer Darline Graham na Carolina do Sul.
Um Senado dividido em 50 a 50 daria vantagem aos republicanos, pois o vice-presidente JD Vance daria o voto de desempate.
O artigo relacionou os avanços dos democratas à queda nos índices de aprovação de Trump, em meio à alta dos preços da gasolina e dos alimentos e à impopular guerra do governo com o Irã. Uma análise do New York Times sobre várias pesquisas situou a aprovação de Trump em 37% em 3 de novembro, perto da baixa de 36% registrada duas semanas antes. Nas últimas semanas, Trump havia feito campanha por candidatos republicanos em comícios por todo o país.
Em outro resultado, Keisha Lance Bottoms venceu a disputa para o governo da Geórgia, tornando-se a primeira mulher negra a ocupar o cargo de governadora nos Estados Unidos.
Fontes: Variety.